O presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Antônio Lopes, defendeu nesta quinta-feira, na Câmara dos Deputados, o financiamento da ciência por meio de novos mecanismos a fim de permitir que ela possa participar de um mercado cada vez mais exigente. Ele participou de sessão solene em homenagem aos 45 anos da Embrapa, completados nesta quinta.

Segundo Lopes, os fundos patrimoniais são uma possibilidade em um contexto onde a ciência não pode ficar à mercê de altos e baixos da economia e de contingenciamentos orçamentários constantes.

Ele acredita que investir em ciência permite ao país economizar com perdas agrícolas. E citou o exemplo de uma tecnologia que evitou, no ano passado, o uso de fertilizante nitrogenado nos 34 milhões de hectares de soja plantados no Brasil e levou à economia de 13 bilhões de dólares. “Treze bilhões de dólares significam 14 vezes o orçamento da Embrapa em um único ano com uma única tecnologia. Então, quando me dizem que fazer ciência é caro, eu digo que não investir na ciência é que é muito caro para qualquer País”, afirmou.

Fonte: Notícias Agrícolas

Categorias: Notícias

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *